MÚSICA AO VIVO
Sexta 19 Agosto 2011 | 20H30 | 400MT
ZOCO | My Life
The Maputo Durban New York connectio
Convidados (RSA, EUA & MOÇ.) :
Cheny Wa Gune | Seth Swaze | Mr Harsen | Salim Washington | Philane | Litle
Saiba mais aqui www.ccfmz.com
Will - Guitarra e Voz, Anibal, guitarra e voz, Inácio no baixo, Abilio na bateria e Thalito.

Uma nova proposta de produção, execução e audição de música jazz e tradicional. Organizado conjuntamente pela Escola de Comunicação e Artes da UEM - ECA, e o Museu de História Natural - MHN, também da UEM, o Ecarte-Jazz, acontece todas as sextas-feiras nos jardins do Museu de História Natural, e conta com o empenho dos seus professores de música e respectivos alunos, além de convidados de gabarito.
A vez, nesta sexta dia 05/08/2011, é do Músico Hortêncio Langa, Licenciado em Música, pela Universidade Eduardo Mondlane, na Escola Comunicação e Artes-ECA!

EXPOSIÇÃO & INSTALAÇÃO
Inauguração | Terça-feira | 2 AGOSTO 2011| 18H30
Patente até 20 de AGOSTO
RUÍNAS DO PASSADO | BUTCHECA (Moçambique)
RUÍNAS DO PASSADO apresenta obras realizadas entre 2010 e 2011, trabalhos que vão da pintura, no seu formato convencional, à instalação, com peças que ultrapassam a bidimension alidade da tela e que constituem trabalhos escultóricos de grandes dimensões em que exploro a técnica mista na sua concepção mais vasta, misturando materiais, técnicas e suportes diversos.
A temática abordada e referenciada no título RUÍNAS DO PASSADO remete para o que está destruído, degradado ou perdido no passado, sendo que existe sempre a possibilidade de transfor mar o velho em novo como forma de construir o presente e o futuro.
BUTCHECA
Ka Mpfumo caiu chuva,
Chuva grossa e pesada,
Chuva que eram nuvens,
Nuvens escuras e volumosas,
Nuvens que metiam medo.
Ka Mpfumu choveu,
Choveu e tudo ficou alagada!
Ka Mpfumu caiu chuva
E chuva que caiu,
Agora é uma lagoa,
Agora é uma lagoa,
Lagoa que é suja e porca, lagoa que engole meia casa,
Casa que flutua
Casa que se afoga
Ka Mpfumu choveu,
Choveu e tudo ficou alagado
A area, os caminhos…
É tudo água da chuva,
água e mais água
Que se torna suja,
Suja cada vez mais.
É nestas águas empapadas com lama
Que os nossos pés merglham,
Na lama viscose,imunda
Que suja pés mistos,
Que suja pés negros…
Sim! É isso…!
Que ressuja pés pobres.
É chuva que caiu!
Ka Mpfumu choveu.
Choveu e tudo ficou alagado!
Vovó não tem casa p’ra dormir,
Mamã não tem onde cozinhar,
É fome que traz inanição
In Fanhana [ p. 19 e 29] de Marcelino Comiche
Aberto o prazo de apresentação de filmes a concurso para “MUJERDOC” – III Festival Internacional de Cinema Documentário sobre género organizado pela ONG Mujeres del Mundo.
A data limite de apresentação dos trabalhos é 30 de SETEMBRO de 2011.
Esta 3º Edição do Festival terá lugar no próximo mês de Março na cidade de Soria, (Espanha).
Os prémios de MUJERDOC 2012 são:
- Prémio Mujer: 2.000 euros (Filmes em que a realizadora seja mulher)
- Prémio Mediometraje/Largometraje: 2.000 euros (superior a 60 minutos)
- Premio Cortometraje: 1.000 euros (até 60 minutos)
+ INFORMAÇÃO:

«Victor Sousa, artista multifacetado, apresenta nesta exposição um trabalho realizado entre 2009 e 2011, em cerâmica e pintura. Remete para o universo feminino, como não poderia deixar de ser. A mulher, nos trabalhos de Victor Sousa, é sempre objecto de representação. Ela é representada com uma carga expressiva e detentora de uma áurea festiva que revela sensibilidade e amoralidade. Nas pinturas, a presença da figura feminina identifica a preocupação com os valores étnicos, familiares, morais e religiosos.
A escultura, em Victor Sousa, é menos utilizada como meio de expressão, tendo normalmente a argila como matéria-prima. Nela, o artista faz a representação do “oculto”, isto é, a forma e os elementos nela incorporados sugerem-nos uma ligação com a espiritualidade. Esta é uma das possibilidades plásticas de que Victor Sousa faz uso na forma e nos materiais como meio de adquirir energias cósmicas, carregadas de significado místico, sem deixar de lado o seu carácter decorativo, afectivo e expressivo.»
(Jorge Dias, do catálogo da exposição).
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O disco constituído por 11 temas é uma mistura de ritmos tradicionais africanos e o jazz, temas gravados em Moçambique e na Suécia, muitos deles cantados num “mix” do Tonga, inglês e Português com vista a internacionalizar o seu trabalho.
Mutema reúne composições que retratam uma homenagem póstuma a sua mãe falecida a 9 de Julho de 2009 [passam 2 anos sem a mãe]. Como forma de imortalizar a sua querida Mãe Berta Telma da Conceição Manjante de nome tradicional MUTEMA.
MUTEMA significa coração na língua Lingala do Congo
O amor, paz, saúde e prosperidade são temáticas que integram o disco MUTEMA. Recordar que MUTEMA não é substituição do disco em prelo “MANDAMENTOS DA VIDA” que o artista havia prometido aos seus fãns.
O Álbum MUTEMA conta com a participação de artistas moçambicanos [Chico Matada, Celso Paco, Isildo Novela, Matchote, Nelton Miranda ,Felipe Robles [Chile], Preben Carlsen, Signe Lykkebo Dahlgreen,Soren Heller, Thomas Hyllested [Dinamarca] Phong Le, [Vietnam], e Yaya Diabate [Senegal ].
Recordar que Deodato Siquir, músico moçambicano lançou em 2007 em Copenhaga, Dinamarca, o seu primeiro CD a solo intitulado “Balanço” o qual foi directo para o prestigiado World Music Charts Europe, Top 10 na RDP África, no programa Música sem Espinha e mereceu o prémio Revelação na parada de música moçambicana da Rádio Moçambique, o Ngoma Moçambique 2008.
Em Moçambique os discos estarão disponíveis a partir do dia 9 de julho corrente, no Gil Vicente e Ambients Bar.
Escute a entrevista do músico e baterista aqui







