Nesta 1ª edição esta presente um tema sobre Moçambique intitulado : Noémia De Sousa: Modulação De Uma Escrita em Turbilhão, escrito por Carla Maria Ferreira Sousa do Instituto de Letras - Graduação em Letras Vernáculas na Universidade Federal da Bahia.
A 2ª edição sai em Setembro e os interessados em colaborar podem enviar a partir de 20 de maio - 30 de julho do corrente ano, artigos, resenhas e opiniões sobre a temática africana e afro-brasileira para o conselho editorial da Revista.
Há meses, pelas ruas do porto perguntei a um amigo, por onde anda o TseTse, o jovem das “dreads” vermelhas? aquele do timbila muzimba?…o meu compatriota respondia: esse esta em Évora, anota ai o email dele… Mantive os primeiros contactos...em forma de questionário, perguntei: onde andas? o que que é feito de ti ?…duas semanas depois, Tsetse responde com um link anunciando a estreia mundial da banda Txikiss….Estou a “jobar” nesta banda Mano – assinava assim o email.
Txikissé uma banda internacional, de músicos radicados e que vivem em Évora
A banda que surgiu em Janeiro de 2008 e teve sua estria mundial a 11 de Abril de 2008 é composto por António Tavares - Guitarra, Percussão e Voz, Tse-Tse- Mbira, percussão e voz,Bruno Cintra- Batéria, Percussão, Flauta Tamborileiro , Voz eHugo Fernandes- Violencello, Guitarra e Voz.
A sua inspiração é a base da acústica de vários continentes, com viagens a Cabo Verde, Moçambique, Portugal e Brasil, e anexando influencias de vários estilos de música de todos continentes, com um principio básico, a mensagem Revolucionária e intervencionista.
A próxima aparição da banda será no ALKANTRA FESTIVAL a 5 de Junho e terá como convidado Gil Nave, no Saxofone, Flauta, Concertina e Guitarra. Enquanto isso não acontece, dois temas podem ser apreciados no youtube nomeadamente: Não Pensa, Dança e Gracinda.
Não conheço Londres… a visita a este pais esta para breve. De lá onde não conheço, chega o e-mail de um amigo, Phiri Macuacua, com boas notícias.
Phiri fala da sua exposição que pode ser vista ate o dia 1 de Junho da Galeria THE SPENCE.
A exposição que é individual, Phiri atribui lhe o titulo de FOUR PHASES. Na mostra estão presentes pinturas feitas a óleo e acrílico.
Se já esta ou vai passar por Londres, procure pela Galeria THE SPENCE, 178 Stoke Newgington Church Street N16, certamente que vai conhecer as obras do Moçambicano Phiri Macuacua.
KANIMAMBO e NKONGOMETO é assim que o artista plástico Sebastião Matsinhe apresenta as exposições de pintura agendadas para última semana de Maio.
A partir de 22 à 29 de Maio de 2008, os amantes das artes plásticas em Maputo podem visitar na Mediateca do BCI-Fomento – Espaço Joaquim Chissano para apreciarem a nona exposição individual de Sebastião Matsinhe chamada KANIMAMBO(obrigado).
No dia 23 de Maio de 2008 na Associação Moçambicana de Fotografia, Sebastião Matsinhe ao lado de seus amigos e apresentam a colectiva NKONGOMETO (Destino), exposição que encerra à 1 de Junho.
As exposições “KANIMAMBO e NKONGOMETO” fazem parte das actividades agendadas para assinalar o Décimo Aniversário de carreira Artística de Sebastião Matsinhe sob o lema O Destino É Imprevisível, Mas A Aposta É Vencer!
Actualmente Sebastião Matsinhefaz a sua formacao na University of the Western Cape, na Africa do Sul, aliás foi nesta Universidade que em 2005 e 2007 recebeu o grau de BA (bacharelato) e BA Honours (licenciatura em artes - Antropologia).
"Groove" assim diria, lembrando as noites do pavilhao do desportivo, ali proximo ao predio 33 andares...Este video do EkayaMusic foi captado no Centro Cultural Franco Mocambicano...
De Braga a Porto de comboio a viagem é de 1 (uma) hora. Assim foi a tarde de sábado, 5/04/08, com destino a estacão de CAMPANHA, onde Ilídio Candja me espera para uma tarde de conversa…Candja é um dos vários compatriotas que estão em Portugal...para quem já o conhece, o andar calmo, umas dreads e uns óculos , sabe de ante-mao que ali esta ele, Ilidio Candja...Uma visita sem agenda, me leva a conhecer o atelier…felicidade para mim, pois desconfiei que soubese da necessidade de saciar a fome da minha visão, olfacto e o tacto…precisava cheirar a tinta (acrílico ou óleo, apalpar as rugas propositadas numa tela e entre as cores pestanejar …tarde linda naquele espaço…compartilho cm os leitores do MãosdeMoçambique e do MarginalZambi.
Veio a Lisboa, Portugal no âmbito da Bolsa Criar Lusofonia – Fotografia. Enquanto desenvolvia o seu projecto reencontrou e ainda esta por reencontrar amigos, família e fazer novas amizades numa rotina que se circunscreve por Lisboa, Porto, Gaia, Povoa de Varzim com promessa de passar por Braga e Viana do Castelo.
Devido ao seu dinamismo e atenção no que acontece no dia a dia da comunidade Moçambicana, Albino Mahumana foi apresentado um desafio pelo presidente do Associacao Moçambique - Portugal, Leonardo Júnior Sabela a fim de apresentar trabalhos para comemorar o dia 7 de Abril, dia da Mulher Moçambicana…
Sem recusa Mahumana te na mente o valor da mulher, em particular a Mulher Moçambicana. Aceitou o desafio cujo resultado pode ser visto na do Espaço Moçambique, no Porto. São cerca de 50 desenhos em tamanho A3 e A4 …..
MULALA E CAPULANA assim que se chama a exposição alusiva ao dia da mulher moçambicana patente no espaço Moçambique. O artista justifica o titulo dizendo que Mulala simboliza as raízes moçambicana e a higiene feminina (boca) e Capulana é sinónimo da beleza, contudo adianta que não quer limitar a viagem infinita das pessoas que passarem pelo Espaço Moçambique pois cada observador vai dar o seu título consoante a sua imaginação.
O Alegre Canto da Perdiz é titulo da recente obra da escritora Moçambicana, Paulina Chiziane, ainda não tive a oportunidade de ler… cheguei a esta obra pela indicação do amigo bloguista, Ricardo Riso.
Vim ao mundo a 29 de Março…Esta foi a segunda vez que festejei a data do meu aniversário longe de casa… diga se que a vida de emigrante é feita de saudades sem preço…como será a data …que surpresa terei dos próximos e/ou dos distantes…
Uns tem a informação da data do meu aniversário, antecipam os parabéns…agradeço. Chegado o dia 29 (sábado), de Maputo Zenaida Machado usa a rede Mcel e diz: parabéns bro. Estas a dormir???...A colega de faculdade (mana) Patrícia, Daniela, o casal Elsa e Álvaro, Jose Nguila mandam mensagens lindas para o meu telemóvel, ainda de Maputo o “ maninho” Pedro e a cunhada TE também felicitam e prometem falar comigo no Skype, Por falar do Skpe, Vasco Manhiçaenvia o presente a partir desta ferramenta e diz receba mano…
Vasco Manhiça ficou no atelier na Alemanha e fez este retrato. Será que sou eu??? Sim sou eu…
Um dia lindo, o sol decidiu visitar aos residentes de Braga. O dia ainda era uma criança para o aniversariante…22:horas lembrei que havia agendado um sessão de copos com amigos…uma caminhada ate ao local : Bar do LIP …
...Com a malta da faculdade a caneca do Lip...
Não me lembro a que horas sai do local, pois estava “nice”, “legal” e “fixe”…Não podia faltar a “ babalaza”(ressaca)…e nem fui buscar o presente que o paulo tem para mim....
Este é Carlos, o homem brincalhão do Lip, por vezes "nosso fotografo" enquanto sorviamos uma cerveja ou jeropiga para poupar agua, ele e a sua equipe anotam os pedidos, não falham. A esta equipe prometi oferecer alguma musica de Moçambique…pois naquela noite não pude escutar nada de Moçambique, para começar, uma colecção da banda RockFellers não seria mau, pois na casa a prioridade é o rock …
Humm… não me perguntem quantos anos…as rugas que tenho são resultado de 33 anos.
A mostra produzida pelo Movimento de Arte Contemporânea de Moçambique-MUVART e o Instituto Camões, com a curadoria de Jorge Dias, reúne trabalhos de nove artistas que apresentam um olhar diferenciado na produção e intervenção artística contemporânea, concretamente de Anésia Manjate, Gemuce, Jorge Dias, Ivan Serra, Marcos Muthewuye, Mauro Pinto, Mudaulane, Quentin Lambert e Sílvia Bragança.
O MUVART apresenta propostas que dialogam com o panorama contemporâneo global e que reivindicam uma arte global e transnacional. Parte dos trabalhos apresentados nesta exposição tem um carácter participativo e interactivo com o público o que, na perspectiva do Curador, permite que as obras ganhem vida própria e uma visão ampliada do universo e da produção artística.