fevereiro 20, 2008

MOÇAMBIQUE NA PLATAFORMA DE DANÇA-HANNOVER 2008

Foto: CNCD
Esta Mulher em pose artística, chama se Pérola Jaime, professora, Coreógrafa e Solista da Companhia Nacional de Canto e Dança. Ela representa Moçambique na Plataforma de Dança que decorre de 20 a 25 de Fevereiro em Hannover, República Federal de Alemanha

Pérola Jaime participa na plataforma a convite do Goethe -Institut, que decidiu juntar Coreógrafos, Produtores e Directores Artísticos de Moçambique, Etiópia, Costa de Marfim, Ghana, Camarões, Quénia, Nigéria, Senegal, África de Sul, Tanzânia e Togo.

Pérola que leva consigo trabalhos em vídeo para falar da sua experiência da CNCD, tem em agenda contactos/parcerias para futuros intercâmbios entre os organizadores e outros participantes na Plataforma de Dança-Hannover 2008.

fevereiro 18, 2008

AMIGO JOAO PAULO, ATE SEMPRE...


" se me quiser elogiar não me deixes morrer,

não te irei ouvir lá onde quer que eu esteja,

se me quiser elogiar não me deixes morrer..."

(extracto do poema de José Nguila, 2005)



Fotos inéditas (Galeria Ouri Pota)

Leia mais sobre o artista:

Jornal Noticias

Maos


janeiro 24, 2008

MATOLA LANÇA CONCURSO PARA 3º FESTIVAL DE JAZZ

Eis a publicidade da segunda edição do Festival de Jazz da Matola

O CONSELHO Municipal da Cidade da Matola vai lançar brevemente um concurso público para a realização da terceira edição do Festival de Jazz da Matola. O concurso estará aberto a todas as entidades públicas ou privadas e ainda singulares ou colectivas

Com este concurso público, o Município da Matola pretende encontrar uma entidade competente e capaz de continuar, a partir da edição deste ano, a realizar os festivais na mesma linha que vinha sendo levada pelo Município da Matola.

Ao primar por esta iniciativa, o Conselho Municipal da Cidade da Matola pretende deixar de organizar os festivais de Jazz, pois, como se sabe, o evento era produzido por aquela autarquia, que foi quem desenhou e massificou a ideia.

Dados fornecidos ontem ao nosso Jornal por Licínio Mauaie, do Município da Matola, indicam que no quadro das responsabilidades entre as partes, a autarquia ressalvou que gostariam que a entidade a quem será entregue o projecto continuasse a trabalhar dentro do mesmo espírito, o que significa, por exemplo, que a maior parte das bandas a marcarem presença fossem moçambicanas.

Por outro lado, o evento não deve mudar de nome, continuando a ser conhecido como: “Festival de Jazz da Matola”, e do local da sua realização, que é no Auditório Municipal da Matola.

Licínio Mauaie disse ainda que, já foram traçados os critérios do concurso, sendo que o mesmo está previsto para que seja lançado já em Fevereiro próximo.

A primeira edição deste evento teve lugar em 2006 e contou com a actuação de músicos moçambicanos que se dedicam àquele estilo. No arranque do evento, os organizadores decidiram homenagear o falecido músico Gito Balói (1965-2004).

A homenagem a Gito Balói, baixista e cantor moçambicano que se tinha radicado na África do Sul, derivou do facto de ele ter sido matolense antes deixar a sua terra natal para procurar melhores condições de vida no país vizinho.

Jimmy Dludlu, Moreira Chonguiça, Hortêncio Langa, Nanando, Jorge Domingos e as bandas Matola Jazz, Malhangalene Jazz Quartet, Manganês, Pazedi, Tucan-Tucan e Nondje foram as primeiras estrelas a actuar no primeiro festival daquela autarquia, que tem como patrono o edil Carlos Tembe.

Foto: Ouri Pota

Texto: Jornal Noticias, 24/01/08



ARTISTAS HOMENAGEIAM HEROIS NACIONAIS

OS combatentes da luta de libertação nacional serão homenageados pela passagem do 3 de Fevereiro, Dia dos Heróis Moçambicanos. O evento terá lugar no Núcleo de Arte em Maputo e no Museu Galeria Chissano no Bairro Fomento–Sial na Matola, e reunirá artistas de várias expressões artísticas.

Assim, a exposição do Núcleo de Arte abre a 1 de Fevereiro, enquanto a do Fomento-Sial está agendada para 19 de Fevereiro.

Nota de particular importância aponta para o facto da exposição da Galeria Chissano ser antecedida de uma palestra em que será invocada a vida e obra de um dos maiores mestre da arte em Moçambique.

A este propósito convém aqui recordar que o mestre Chissano completa este ano 14 anos do seu desaparecimento físico.

De realçar que as duas mostras têm por objectivos homenagear os heróis moçambicanos e, por outro, solidarizar-se com as vítimas das cheias que assolam o país.


Foto : Ouri Pota (Artistas no workshop Revivendo Mestre Chissano, 19/10/07)


Texto : Jornal Noticias, 24/01/07

janeiro 23, 2008

SOMOS INTERLOCUTOR CERTO ENTRE ARTISTAS E GOVERNO – afirma Gilberto Cossa, novo presidente do Núcleo de Arte

DOIS anos não são suficientes para, estando à frente dos destinos de uma instituição como o Núcleo de Arte, realizar na plenitude todas as acções a que se propõe. Porém, os mesmos anos também não são poucos, isso desde que se definam prioridades e se leve o trabalho a sério.

Texto completo, confira aqui

janeiro 18, 2008

MAESTRO JUSTINO CHEMANE RECORDADO NO CINE-ÁFRICA

ASSINALA-SE amanhã (19/01/08) o quarto aniversário do desaparecimento físico do maestro Justino Chemane. Com efeito, o Cine-África vai acolher amanhã uma cerimónia de exaltação da vida e obra daquele que é tido como o maior maestro de todos os tempos na História de Moçambique. E o momento mais alto deste acto, com entradas gratuitas e início agendado para as 17.00 horas, será o lançamento do CD “Homenagem ao Maestro Justino Chemane”. Mas também foram convidados vários grupos de canto coral moçambicanos, grande parte dos quais aprenderam os dotes do canto com o maestro.

Grupo de Canto e Dança Khanimambo, Grupo Coral os Anjos, África Voice, Amogospel são alguns dos que marcarão presença no palco do Cine-África.

Entretanto, ainda amanhã haverá uma cerimónia de deposição de uma coroa de flores na Praça dos Heróis, a partir das 8.00 horas, local onde repousam os seus restos mortais.
Como homem de cultura, Justino Chemane foi o compositor do primeiro Hino Nacional “Viva, Viva a Frelimo”, que vigorou durante 27 anos no país, e participou na elaboração do mais recente, “Pátria Amada”.

Cândida Mata, directora nacional adjunta da Cultura, disse ao nosso Jornal que o repertório musical do maestro Justino Chemane é suficiente para produzir mais de cinco discos, mas para começar será lançado apenas um.

Nascido em 1923, em Chidenguele, na província de Gaza, Justino Sigaúle Chemane perdeu a vida a 19 de Janeiro de 2004, vítima de paragem cardíaca a caminho do Hospital Central de Maputo. Na altura da sua morte o maestro encontrava-se a recuperar de uma fractura no pé esquerdo depois de ter ficado hospitalizado durante cerca de dois meses no Hospital Central de Maputo após um atropelamento por uma viatura de transporte semicolectivo de passageiros na cidade de Maputo.

Justino Chemane era funcionário do Ministério da Cultura e em 2003 venceu um concurso para a criação do hino da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC).

Após a sua morte foi decretado luto nacional e a Bandeira hasteada à meia haste. Depois de elevado ao estatuto de Herói Nacional, os seus restos mortais foram depositados na cripta consagrada aos heróis moçambicanos, em Maputo.

As suas canções sempre foram um instrumento importante na exortação para os moçambicanos se erguerem com orgulho e cumprirem as tarefas que se impõem ao seu desenvolvimento, e para que, unidos, escutando a voz dos seus heróis, que por si deram as suas vidas, levantassem bem alto o seu país, empenhando-se nas tarefas que sublinhavam o facto de os donos de Moçambique serem os próprios moçambicanos.

O seu nome foi atribuído a uma das ruas na capital moçambicana, após aprovação de uma proposta apresentada nesse sentido pelo Conselho Municipal da Cidade de Maputo.

janeiro 16, 2008

MORREU JORNALISTA SAIDE OMAR

O JORNALISMO moçambicano está de luto. Morreu na manhã de ontem, ( 15/01/2008) vítima de doença, Saíde Omar, veterano repórter da Rádio Moçambique, que ao longo da sua carreira de três décadas se notabilizou na área do desporto, em particular do futebol.
Saíde Omar, que morreu aos 49 anos de idade, ingressou na Rádio Moçambique em 1976, como locutor estagiário. Em 1999 viria a atingir a categoria de editor, o topo da carreira, tendo assumido as funções de chefe da Redacção Desportiva entre 1997 e 2001.

A sua paixão pelo futebol levou-o a que, durante três anos consecutivos (1999, 2000 e 2001) fosse eleito melhor jornalista desportivo radiofónico da Taça Castle/Cosafa.

Pelo desempenho profissional demonstrado durante a sua carreira, Saíde Omar foi louvado pelo Conselho de Administração da Rádio de Moçambique, em 1999 e 2000.
Foto e Texto: Jornal Noticias

janeiro 15, 2008

AMOR DE ZINCO 7


A água desce
cresce
aos poucos levanta
entra
dentro do ventre
entre
as paredes do útero:
outro
dévio da vida,
ainda
desce percorre
corre.
Devagar o óvulo
tolo
engrandece o ventre
adere
ao convívio da célula
que pula
e junto da água
desagua
do ventre outro espaço
possesso,
ouve-se eclampse
é outra narrativa que se
aborta.

In jorge matine, "Abutres de Amor" ( Ed. Moura pinto, porto, 1999)

janeiro 12, 2008

Do Brasil, Ricardo Riso fala dos homens das artes e letras moçambicanas:
Australírica numa variação de nyau, 2004
resíduo de mármore, cola vulcano 7,
médio vinílico, pasta acrílica e acrílico s/ tela1.45 X 1.78 m

janeiro 04, 2008

UM NOVO BLOGUE

Está com plano de conhecer Maputo? ou já está em Maputo?
Então visite este blogue pode ser uma sugestão para divertir e fazer novos amigos.
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