agosto 27, 2007

NO SITIO DO COSTUME...ALFA AO VIVO


Ao Vivo no Café Bar Gil Vicente, 6ª feira dia 31-08-2007 às 22:30Horas.
Alfa Thulana . guitarra e voz
Larsen - Piano
Nené - Bass
Filipe - Drums

agosto 22, 2007

TOCA ROCK, ADORA JAZZ E ESCULPE O QUE LHE VEM NA ALMA...


Alexandria ao lado da obra Abraço de Paz

Conheci-o pela primeira vez numa exposição realizada na comissão nacional para UNESCO, na altura numa exposição ao lado seu primo Pekiwa....passei acompanhar o movimento deste escultor...descobri mas tarde que Alexandria tocava em bandas de Rock nesta urbe,Maputo, em troca ou conversas falava de alguns nomes de Jazz, entre as oportunidades do dialógo, o artista deixava transparecer a vontade de aprender, aproveitando auscultar um pouco das opiniões dos presentes sobre as suas esculturas, evitando falar da parte musical.

Hoje apresenta-nos no Centro Cultural Franco Moçambicano, A Casa de Deus, a sua segunda exposição individual reunindo 15 obras de escultura aplicando a técnica mista onde o sândalo é predominante numa combinação com o metal, buscando um dialogo com o mar, o céu, pedindo paz e amor....

LP = Jazz

Porquê A Casa de Deus? A resposta é simples...Alexandria justifica que a exposição serve de reflexão pelo que fazemos no nosso dia a dia, pois estamos virados a coisas materiais...caminhamos ignorando o sonho de Deus, uma vivência onde predomina o Amor, Paz... o mesmo que pedir que haja reconciliação e ajudua mutua...

As obras LP=Jazz (Long Play=Jazz) criam naquele espaço a sensação que ali esta alguém a tocar o ritmo que gostamos e para quem sabe dedilhar apetece compartilhar a melodia, um Do-ré.mi....


Bouquet de ti (técnica mista)

...e para quem vem acompanhado,de uma irmã, namorada, mãe ou alguém querido, Alexandria perfura o sãndalo e com o metal faz a rosa brotar/desabrochar...e logo de seguida notamos que A Casa de Deus é um projecto que não termina por aqui, pois a necessidade é que haja paz e harmonia nos lares, amigos, familias e até entre desconhecidos ...isto é possivel ver no toque que o artista apresenta na obra nº 15 com o título Bouquet de ti (técnica mista)...linda flor...

A Casa de Deus pode ser vista até 7 de setembro 2007. Dê uma volta...

agosto 21, 2007

DIA INTERNACIONAL DA FOTOGRAFIA - 19 DE AGOSTO


...ouvi dizer, consultei e confirmei que o dia 19 de Agosto é o dia Internacional da Fotografia...Nesta data, 19 de Agosto de 2007 na companhia do artista plástico Walter Zand fomos a catembe...uma conversa sobre a nossa arte, uma brisa do mar e um "click" saiu esta imagem de minha autoria...

O que achou?Não hesite comente...

agosto 12, 2007

O REI ESTA DE VOLTA...JP O BLUES MAN

Sabado, 11 de agosto de 2007, o cartaz do Xima (um espaço de música ao vivo) anuncia a actuação de João Paulo e Amigos ...fiz a questão de avisar alguns amigos...alguns dos quais se fizeram presente no local.

Antes da hora, a concetração de muitos estava no jogo da noite, Sporting e o Porto, uns foram a xima para ver o futebol e o JP, tudo ao mesmo tempo não era possível pois decorriam em salas diferentes. ...lá dentro tocavam os amigos do Blues Man, não se conseguia localizar o artista, ninguém disse nada ...não queriam desanimar a plateia que veio para ver o João Paulo.

A banda de acompanhamento arracou com alguns temas, Nanando, guitarrista e Miranda o baterista interpretavam temas clássicos do mestre Fanny Marivata Mpfumo, faziam assim um compasso de espera para presença de João Paulo... A noite era longa, 23 horas, Max (da banda os Monstros) é convida para o palco...arranca com temas como I Cant Stop Loving You , do Ray Charles...a caminho do terceiro tema, uma enchete invade a sala, os presentes ficam preocupados, será chuva?...é a chegada de João Paulo, já esta nos bastidores...agora é que vai aquecer...murmuravam alguns fãs na plateia.

Trajado de calça preta, camisa branca, plover preto, de sapatilhas e não texanas (por conselho médico) JP subiu ao palco...palmas, sorrios, assobios, cameras digitais, registando imagens....sinal positivo, O REI QUE ESTA DE VOLTA.

Calmo e sorridente fala o que sente e sabe...Existem idiotas que pretendiam ver a minha perna serrada (amputada)...não aconteceu...minutos depois, grita Viva República...continua com seu discurso alegre...diz viva Mafalala, Xipamanine, Chamanculo, Liberdade, Matola, Xiquelene... relaxa e lembra-se que estamos em plena madrugada de Domingo...pede silêncio e aconselha a rapaziada que o Domingo é sagrado, temos que ir a igreja...convida a mesma rapaziada para um coro lindo no tema de Fa-Fa-Fa-Fa- (Sad Man) de Otis Reending e mais tarde deu por terminado a sessão com o tema awanithederi do poeta da música moçambicana Gabriel Chiau, e A feel Good de James Brown que serviu para um dizer tchau a todos aquela noite....

Na lista de amigos para juntar cantarem com o Blues Man estavam na ficha técnica Nanando na guitarra, Nando no baixo, Miranda na bateria , Valgy no teclados...mas atento a plateia João Paulo descobre que esta entre os fãs na plateia, convida-o ao palco, um abraço amigo

Porque a noite ainda era uma crinaça, JP pretendia encontrar a malta do sítio, O Cafe-bar-Gil Vicente...fala com jovem Queiroz a pessoa que lhe trouxe no Xima e eu? aproveito a mesma boleia.

São 03:30h estamos no Gil Vicente, a plateia nota a presença de JP, minutos depois o blues man recebe a informação que não poderá matar as saudades cantando pois o seu baixista, Carlos Ngove não estava presente. João Paulo senta para assistir seus colegas, no palco esta Rufas Maculuve nos teclados, Jorge Domingos na guitarra solo, na bateria Helton e no baixo o jovem Sufixo.

Linda noite de sabádo.Conheci sufixo tocando bateria na Associação dos Músicos Moçambicanos, mas já tinha informação sobre a sua polivalência, alias, na manhã do sabado, 11.08.07 era o responsavél pela execução do teclado na banda os Sonhadores na 7ª edição do concurso musical para jovens talentos OS K`QUEREM... diga-se a verdade, o sufixo é um talento que promete, alias já é...Força Sufixo

agosto 09, 2007

KESTER CANTA ESCULPINDO...

São partes de artefactos de guerra destruidos : canos de metralhadoras, carregadores, pistolas, Bazookas...instrumentos que durante os 16 anos da guerra civil causou a morte estimada em 1 milhão de pessoas e avultadas perdas materiais.

Como forma de sensibilizar aos produtores de material bélico e a sociedade para não proliferação de armas, o Conselho Cristão de Moçambique criou em 1995, o projecto TAE, transformação de Armas em Enxada, o qual consistia na recolha de artefactos de guerra em troca ofereciam utensíios agrícolas em benefício de quem colaborasse com a iniciativa, mesmo indicando pistas dos esconderijos.

É com este material já destriudo, que Kester tem trabalhado, dando vida a estes respectivos instrumentos que antes serviram para o mal e com a sua intervenção artistica servem para o bem, para um boa decoração de um escritório, uma sala de visita ou mesmo um jardim...

São pedações de artefactos de guerra: canos de metralhadoras, carregadores, pistolas, Bazookas...instrumentos que durante os 16 anos da guerra civil causou a morte estimada em 1 milhão de pessoas e avultadas perdas materiais.

Como forma de sensibilizar aos produtores de material bélico e a sociedade para não proliferação de armas, o Conselho Cristão de Moçambique criou em 1995, o projecto TAE, transformação de Armas em Enxada, o qual consistia na recolha de artefactos de guerra em troca ofereciam utensíios agrícolas em benefío de quem colaborasse com a iniciativa, mesmo indicando pistas dos esconderijos.

É com este material já destriudo, que Kester tem trabalhado, dando vida a estes respectivos instrumentos que antes serviram para o mal e com a sua intervenção artistica servem para o bem, para um boa decoração de um escritório, uma sala de visita ou mesmo um jardim...

Ao apreciar a estas obras, lindas e a um bom preço para um collecionador de arte, não hesito em afirmar categoricamente que as ideias do Kester se aliam a do Conselho Cristão de Moçambique, em sensibilizar o mundo, as potencias mundiais para virarem suas atenções em outros investimentos e não nas armas que diariamente semeam luto, por exemplo: o plantio de árvore é um investimento a longo prazo mas ajuda na preservação do meio ambiente...a Educação é a base do ser humano...a música é um dos exemplos onde pode-se apostar como investimento,

A mostra de Kester no CCFM é uma parte do que o artista tem exibido pelo mundo fora, alias, a iniciativa pertecente ao Conselho Cristão de Moçambique é única, razão pela qual Moçambique tem merecido elogios de muitos paises, e os artistas envolvidos neste projecto tem viajado para países como Burundi, Bélgica, Uganda, Etiopia, Madagáscar, Sérvia, África do Sul , Tãnzania, Portugal, Quénia, Namibia, França, Mauricias, Italia para um intercâmbio artistico com vista a chamada de atenção as potências mundias.



agosto 04, 2007

MAJESCORAL E AMIGOS...

Maestro Augusto Gamaliel (Gama)

Atrasado como sempre, apenas perdi a abertura do concerto e a primeira composição N`wa Mpflula (chuva) no concerto que o grupo Majescoral chamou de Mikhamba (Raízes em Bitonga) naquela noite de 6ªfeira, 3 de Agosto de 2007, no Centro Cultural Franco Moçambicano.

Quando se chega tarde, a dificuldade é enorme pois a localização de um lugar ideial se torna difícil. O atrasado só incomoda os que já estão sentados e concentrados, foi o meu caso infelizmente.

Das 16 canções programas para o Mikhamba, o grupo foi obrigado a apresentar a canção Gungunhane, a qual não fazia parte do repertório. Também me juntei a plateia que gritava Gungunhane...Gungunhane...Gungunhane...Gungunhane...felizmente, sem demoras os gestos do maestro Gama deram o sinal para o arranque do cântico.... Gungunhane.

Cânticos espelhando o dia a dia da nossa sociedade, nomeadamente, a importância da chuva, as brincadeiras das crianças, a importância da educação, o casamento, a paz, o amor, as crenças tradicionais, o cantar dos animais (a rã), obedeceram uma coreografia que também serviu para lembrar alguns dados da geometria(?), as linhas paralelas, semi circulos, diagonais, o triângulo.....

Para animar a festa algns amigos do grupo estiveram presentes nomeadamente : a bailarina e coreografa Maria Helena Pinto, Chico António, Stewart Sukuma, Alvim Cossa para juntos florirem o palco numa combinação de Som, luz e movimento.

Chico António de Guitarra

Chico António, um dos convidados, manteve-se no canto como podemos ver na foto acima, fez o seu pedido a Maria, prometendo que juntos iriam cultivar a mandioca e que a vida iria melhorar, bela composição.

Stewart Sukuma de guitarra e Arnaldo Luís ao microfone

A Stewart, a plateia dividia-se, uns pediam Julieta e outros Felizmina, o artista sorrindo apresentou Tingalava ni matlari ya ndzilo (os barcos e a polvora), uma composição que fala dos efeitos da colonização e da necessidade urgente da reconciliação entre os povos. Porque no seu novo trabalho Stewart faz dueto com Lokua Kanza e este não esteve por perto... Stewart responsabilizou o jovem Naldo para tomar conta da parte que cabe a Lokua Kanza...confesso que não houve decepção, foi lindo ver o Naldo a pegar o microfone, a rimar ao som do dedilhar do Stewart. Numa transmissão em directo para um canal de Rádio, diria eu, que naquele concerto esteve presente Lokua Kanza...(sem exagero)

Alvim Cossa apresentando o xithokozelo

O Majescoral tem muitos amigos, levar a todos para o palco seria impossível, alias eu também faço parte da lista de amigos (?). Alvim Cossa esteve na lista dos convidados, Este aplicou o seu talento de representar e declamar para justificar a sua missão, o Xithokozelo (o superlativo absoluto da poesia)...para quem não percebia os dizeres, a expressão facial e o movimento corporal transmitiu a informação...os sortudos na plateia tinham tradutores...foi um lindo superlativo absoluto da poesia ....

Maria Helena Pinto

Quanto a Maria Helena Pinto, torna-se dificil descrever a sua apresentação...pois ainda não aprendi a fazer a leitura do movimento corporal feminino...esteve presente naquele palco,concetrou a plateia, até os barrulhentos ficaram quietos...hufff, comunicava com todos sem gritos. O jogo de luzes e o som das corristas do Majescoral que autorizavam a bailarina a se expressar...talvez as foto me ajude a descrever...

Maria Helena Pinto comunicando com a sua sombra

Uma plateia linda e preocupada...

A plateia estava preocupada com a ausência do maestro Câdindo e outros elementos do grupo...cada um fazia a sua interpretação, só ficou clarificada quando o apresentador (Osvaldo) disse que Gama era o maestro daquela noite...

No fim do concerto, Renato, representante da produtora Artegosto disse ter feito o minimo, mas os abraços de parabens não terminavam. Peguntei se adorou o comportamento da plateia, disse que não há razões de queixas e que o barrulho faz parte de animação em africa, claro que concertos do genero requere silêncio, mas acredita que as coisas estão a mudar paulatinamente.

Eu também adorei o comportamento da plateia, mas não deixaria de lamentar a atitude de alguns que do o início ao fim do concerto apenas gritavam sem necessidade, tirando a concetração de alguns convidados. Uns tiveram a gentileza de pedir que os respectivas pessoas pudessem criar um momento de pausa para uma melhor concetração e percepção dos cânticos...infelizmente nada, como resposta do barrulho desorganizado era pagamos bilhete.

Mikhamba em Fotos

Maria Helena e Augusto Gamaliel (Gama)

Tome nota I ( elas em equilibrio)

Tome nota I I ( elas e o sorriso )


Produção: Majescoral em parceria com a produtora Artegosto
Som e luz: CCFM
Produtor de Set : Adeodato Gomes

agosto 03, 2007

ARÃO LITSURE...10 ANOS DEPOIS EM CD

Já disponível no mercado nacional, a quem diga que já escutou além fronteiras, através da Rádio Moçambique no endereço www.rm.co.mz. Que bom...pelo sinal gostaram, razão do pedido como encomenda.

Como curioso, já havia escutado alguns temas do disco no rico acervo que a Rádio Moçambique possui. Há sempre curiosidade para quem quer conhecer mais, alias é atitude dos curiosos. Hoje em CD, um amigo esquece o CD comigo e até hoje ainda não devolvi, talvez devolva na semana de 20 de agosto. Enquanto isso não acontece tento agradar o meu ouvido durante a noite que nestes dias, por cá (Maputo- Moçambique) parece ser curta.

O disco que sai com a etiqueta da Mozbeat é uma proposta e aposta que o músico coloca para os que conhecem, pretendem conhecer e divulgar o seu trabalho. A apresentação deste trabalho que considero uma obra prima, é também um desafio para que os artistas optem por explorar o Estúdio Auditório da Rádio Moçambique para iniciativas do genéro, um concerto ao vivo, e provar que existem dentro da instituição técnicos e meios para o efeito.

Captada por Fernando Azevedo(e não Filipe Azevedo) no Estúdio Auditório da Rádio Moçambique em 1996, o disco tem o nome de ARÃO LITSURE 10 ANOS DEPOIS porque em 1986/87 Arão Litsure optou por dar continuidade a sua formação, o mestrado em estudos Religisos, deixando para trás o grupo que integrava (Alambique). Foram precisos mais 10 anos para tomar o balanço e editar o trabalho.

Confesso que não sei colocar som no blog, caso soubesse, evidaria poderia com autorização do músico colocar um extracto de algumas músicas que adoro, mas também correria o risco de induzir os visitantes do blog a optarem por aquilo que me anima. O CD contém 12 temas, até agora escutei apenas 8...

Esta fora de Moçambique?
Tem um amigo neste lindo Moçambique?
Então encomende: ARÃO LITSURE – 10 ANOS DEPOIS – AO VIVO, edição MOZBEAT, 2007.

PARABENS UNGULANI BA KA KHOSSA COMPLETOU MEIO SÉCULO DE VIDA ...

Soube que Ungulani Ba Ka Khossa também se chama Francisco Esaú Cossa, depois de ter lido a obra Os Habitantes da Memória, do escritor Nelson Saúte, 1998.

Como forma de dizer um parabens, optei por situar os visitantes do blog dando a conhecer a data e hora de nascimento do escritor, baseando-me no extracto de um texto que o próprio escritor escreveu no seu livro Orgia dos Loucos: Nasci às 0.45 do dia 1 de Agosto de 1957 em Inhaminga, Sofala.

Talvez o leitor esperá ao longo do texto encontrar uma biografia do autor, adianto que não irá encontrar, pois Ungulani Ba Ka Khossa afirma no mesmo livro que O resto não interessa, justifica citando Roland Barthes “Só há biografia enquanto a vida é improdutiva.Desde que produzo, desde que escrevo, é o próprio texto que se apropria (felizmente) do meu tempo narrativo. Assim optei duma forma diferente, em coro na companhia dos leitores do blog dizer PARABENS ao escritor, apresentando um texto extraído do livro Orgia dos Loucos, com o título Fábula do Futuro

FÁBULA DO FUTURO


Apesar dos seixos, dos cascalhos, das margens, tentarem raivosamente travar o movimento das águas, elas correm, límpidas, belas e, como mulheres esbeltas, saracoteiam maviosamente as ancas, deixando as margens comidas pela inveja e os seixos desprovidos de ódio.

Adiante, sempre contumazes, os troncos atiram-se às aguas tentando desviar o curso construindo com suor. Em remoínhos sonoros, vibrantes, as águas transpõem e arrastam consigo os vários obstáculos com sorriso prateado, reluzindo à superfície.

E o mar, sempre aberto, eis que a todos recebe: é o estuário que engolfa, é o delta que se atira desordenamente, é a escória que se infiltra. E nesse movimento contínuo, perene, nunca se alterou a cor das águas do mar, as suas ondas, a sua coqueluche.É a democracia na natureza

Foto do autor extraída do site:
http://www.canalmoz.com/default.jsp?file=ver_artigo&nivel=1&id=11&idRec=2412

agosto 02, 2007

MAJESCORAL NO CCFM

Majescoral apresenta Mikhamba, um espectáculo de cor, movimento e luz para celebrar as nossas raízes!

Sexta-feira dia 3 de Agosto, as 20h30 no Centro Cultural Franco Moçambicano.

Entradas a 100MT.

Eu estarei lá...