abril 27, 2007

ARTE NAS MÃOS DE UMA ANIMADORA CULTURAL

Quem é Maria Elisa?... muitos a conhecemos pela responsabilidade que têm nos eventos do Centro Cultural Franco Moçambicano.
Talvez será esta convivência com o mundo das artes que decidiu mostrar o seu talento, suas inovações e apresenta ao público este fim de semana.

Será lançamento de uma linha de bolsas e pastas feitas com material publicitário reciclado.

A Marca aposta na inovação, associando entre outros materias a capulana em alguns modelos como elemento de referência a mulher.

Fabricação artesanal, modelos únicos e impermeáveis para homens, senhoras, jovens e crianças.
Concepção e fabrico em Maputo por : Maria Elisa Chim
Bolsas, Pastas e acessórios
Venda :
Sábado das 9h –17h
Domingo das 10h-13h

No Café com letras Av. 10 de Novembro
Contacto mailto:me.bolsas@yahoo.fr
Tel : 825289471

abril 26, 2007


Mais uma obra sobre o trabalho de Henri Junod, missionário suíço que trabalhou no sul de Moçambique (actual província de Maputo) entre 1889-1895 e 1907-1921.
No dia 2 de Maio, Patrick Harries, apresenta a obra JUNOD E AS SOCIEDADES AFRICANAS - Impactos dos Missionários Suiços na África Austral, no Anfiteatro do ISPU a partir das 17 horas.
A cerimónia de lançamento do livro será antecedido por um vasto programa nomedamente:
15h:3o - Palestra do Prof. Dr.Patrick Harries intitulada: HENRI ALEXANDRE JUNOD e o Legado do Conhecimento Secular da Cultura Africana.

17h:00 - Inicio da Cerimónia do lançamento do Livro.
- Boas vindas do representante do ISPU assim como do Editor Paulinas Editorial
-Interludio Musical
- Considerações sobre livro pelo Prof. Alberto Maquia
- Intervenção do Prof Patrick Harries
- Interludio Musical
- Lançamento do Livro
- Intervenção do Vice-Ministro da Educação e Cultura, Sua Excelência Prof.Dr.Luis Covane
-Interveção do Embaixador da Suiça, Sua excelência Thomas Litscher
-Interlúdio musical
- Considerações do representante da Associação do Centro Junod
- Sessão de assinaturas
2 de Maio de 2007, às 17 horas - Anfiteatro do ISPU, Av.Paulo Samuel Kankhomba
A obra publicada pela Paulinas Editora esta disponível no mercado nomedamente nos centros de distribuição:
Paulinas Livraria e Audiovisuais
Av. Eduardo Mondlane, 1536 - Tel. 21 324 67 Fax 21 304 257
Maputo - Moçambique
Paulinas Centro Multimédia de Evangelização e Cultura
Rua. Rei Katyavala, 162 - C.P 10050
Tel./Fax 44 882/ 446696 E-mail: paulinas.ang@ebonet.net
Luanda -Angola
Maputo - Moçambique
Paulinas Editorial é uma actividade das Filhas de São Paulo, uma congregação religiosa internacional que usa a imprensa, rádio, TV, filmes e informática para comunicar o Evangelho e promover a dignidade de todos os povos.

abril 22, 2007

A propósito do Dia Mundial do livro e dos Direitos de Autor, 23 de Abril, já preparei a pequena lista de livros à devolver aos amigos e as bibliotecas porque o período de requisição já expirou.

Vou devolver na perspectiva de receber/requisitar outros. Confesso que o gosto pela leitura de livro impresso tende a diminuir, pois ocupo-me mais em blogs, pÁginas electrónicas, mas porque faz bem a minha mente vou reactivar.

Nesta data desejo aos visitantes do blog uma boa leitura em homenagem a dois dos maiores da história da Literatura, William Shakespeare e Miguel de Cervantes que faleceram a 23 de Abril de 1616.

BELA INICIATIVA....

Bela iniciativa da mão privada. Neste espaço já caíram amigos. Agora poderá acontecer se não percebermos a mensagem do serralheiro NÃO PIZAR ESTE, CHAPA.
Este improviso que achei interessante, está na esquina das Avenidas Josina Machel e Albert Lithuli ou melhor ao lado da Universidade Técnica de Moçambique, na cidade de Maputo

E esta sem respectiva cobertura? Quem deve medicar ? Só depois de um acidente é que os responsáveis irão se pronunciar?

abril 12, 2007

SAUDADES SÃO SAUDADES

Do outro lado (de lá), estão os nossos compatriotas, e porque a saudade sempre nos acompanha,o esforço de nos comunicarmos para matar a saudade não falta. Usamos todos meios alternativos e de seguida estamos on-line (em contacto).

Cá deste lado, recebo a informação de que Vasco Manhiça artista Moçambicano esta empenhado no seu atelier durante três anos, nomeadamente na Alemanha. Passados meses, o artista envia uma coleção de obras produzidas por si e recortes de jornal do que tem sido seu trabalho, as quais compartilho com os leitores do blog.

Gaiola

Não, Não
é uma Gaiola para colocarmos o nosso pássaro de estimação, nem é um grito de socorro do artista, mas sim é a saudade que lhe inspira, é o desejo de sentir a areia quente humedecida pelos pingos de chuva, o cheiro da magumba brasa na praia da costa do sol ou na catembe, as noites (diurmas) nos belos espaços de convivio de maputo: o Xima, Gil Vicente, Associação dos Músicos, Núcleo de Arte, Àfrica Bar, ali na paragem do táxi no Alto Maé.
Soul Train

Torna-se dificil falar de um amigo, mas V.Manhiça é também um irmão de profissão, já a muito tempo tenho estas obras comigo, hoje decide compartilhar convosco. Para quem já o conhece acredito que tem uma visão diferente da minha, contudo cá por mim cada momento é um momento, mas a verdadae é que as saudades inspiram o artista o qual este ganha espaço no mundo artistico com linguagem e interpretação diversa, com um só objectivo: expressar o que lhe vem a alma.
Os leitores dirão o que acham das aqui expostas. Força V.Manhiça estas num bom caminho.

abril 04, 2007

UM HOMEM HUMILDE...

...Já escutava algumas melodias do baixista Moçambicano Gito Baloi, sob influência de um grupo de amigos, Era o meu baptismo nojornalismo, mais tarde com as maravilhas das novas tecnologias, a Internet, tive mais informações sobre Gito Balói, uma artista que como outros alcançaram o sucesso a partir da África do Sul.

Passam três anos após a sua morte, nada sabemos sobre os verdadeiros autores do crime que na madrugada de 4 de abril de 2004 tiraram a vida de Gito Balói na baixa de Joanesburg quando regressava à casa depois de um concerto em Pretória.

Um Homem com muita experiência por transmitir...infelizmente os seus sonhos foram limitados, Gito Baloi cantou o Amor, a Paz e tinha em vista o regresso a terra natal Moçambique após aos 50 anos de Idade.

Fisicamente Félix Gito Baloi não está entre nós, mas reside na alma de cada amante de sua música. Gito Balói nasceu em Maputo, aos 30 de Setembro de 1964 e foi assassinado à 4 de Abril de 2004.

A quem devemos cobrar a morte do nosso filho, irmão, neto, sobrinho, primo....que além fronteira sempre representou esta linda nação, Moçambique?



março 26, 2007

TRISTEZA A MINHA JANELA

Uma parte do hospital psiquiatrico de Infulene

Mas uma caminhada para à consulta(23.03.2007), nada feito...
Tristeza abala o meu país. Limpeza e avaliação é a preocupação dos responsaveis do hospital.

O dia 22 de Março de 2007 fica na história, a tristeza, a tragédia, à explosão do paiol de Malhazine. Lágrimas no rosto de cada moçambicano, trauma para quem viveu os momentos da explosão, fica a promessa a retirada do paiol daquele local, Será cumprida?

março 22, 2007

AV. VLADIMIR LÉNINE EM FOTOGRAFIA

Uma das fotos patentes na exposição
Vladimir Lénine
Para quem não tem uma viatura pessoal, torna-se difícil conhecer na totalidade o trajecto da avenida Vladimir Lénine, pois é um troço que os semi colectivos percorrem esta via pela metade, ou melhor partindo da baixa da cidade este trajecto pode ser feito a pé ou numa boleia.
Da avenida Marien Nguabi (próximo ao mercado Janet ) em direcção a terminal desta avenida é possível dar continuidade esperado um chapa (semi colectivo).

Para quem não quer ou não consegue fazer está ginastica, o fotografo congolês leva-nos através das suas fotos expostas no Centro Cultural Franco Moçambicano a percorrer pela Vladimir Lénine conhecedo a sua realidade em várias dimensões.

Segundo as imagens colhidas pelo fotografo, Vladimir Lénine é uma avenida que tem sido alternativa para os que procuram ganhar o seu pão, e não só. É neste troço onde encontramos um dos mercados informais com melhores produtos desde o calçado, a géneros alimentícios. A arrumação deste produtos tornam a berma da estrada uma autentica obra de arte. Sapatilhas penduradas, lençóis, curtinas e vestes diferentes dão o colorido o outro lado chamado Compound.
O movimento da moldura humana quer deslocando a pé, quer a procura do autocarro a caminho e ou para escola, serviço ou ainda hospital são captados pelos olhos e criatividade de Sammy Baloji, incluindo ainda a beleza da mulher feminina africana que também complementou a minha vista....

Pouco pude falar deste jovem fotografo Congolês, Sammy Baloji. Sugiro que faça uma leitura pessoal desta avenida visitado a exposição no CCFM.

março 18, 2007

O DEDILHAR DO MANO CHICO

Quem é esse jovem,
de cabelo branco,

de guitarra na mão...

É o Chico António, o guitarrista, compositor...(resumindo é um artista)

Esta foto tirei em Setembro de 2006, no Xima, numa casa de pasto que todas sextas e sábados acolhe sessões musicais. As sextas está reservado para banda Xitende e aos sábados um convidado. Nesta Noite, a banda Xitende cedeu o palco para o mestre Chico, para uma demonstração, a um grupo de franceses que pretendia filmar algo sobre trabalhos do autor da composição CINETA...eu não hesitei, registei está imagem.

Onde anda o mestre Chico António? Está na França a convite do dramaturgo francês Jean Delore, para apresentações de teatro contemporâneo, cujo seu papel ë tocar a guitarra e cantar.

Em setembro deste ano Chico António vai à França para espectáculos musicais com o seu grupo constituído por Carlitos Gove, Rufas Maculuve, Stélio, Jorge Domingos e Ivan Mazuze.

Na Foto: Bateria Stélio, Teclados: Rufas Maculuve, Baixo: Carlos Ngove, Guitarra e voz: Chico António
Local
: Xima