março 26, 2007
TRISTEZA A MINHA JANELA
Tristeza abala o meu país. Limpeza e avaliação é a preocupação dos responsaveis do hospital.
O dia 22 de Março de 2007 fica na história, a tristeza, a tragédia, à explosão do paiol de Malhazine. Lágrimas no rosto de cada moçambicano, trauma para quem viveu os momentos da explosão, fica a promessa a retirada do paiol daquele local, Será cumprida?
março 22, 2007
AV. VLADIMIR LÉNINE EM FOTOGRAFIA
Da avenida Marien Nguabi (próximo ao mercado Janet ) em direcção a terminal desta avenida é possível dar continuidade esperado um chapa (semi colectivo).
Para quem não quer ou não consegue fazer está ginastica, o fotografo congolês leva-nos através das suas fotos expostas no Centro Cultural Franco Moçambicano a percorrer pela Vladimir Lénine conhecedo a sua realidade em várias dimensões.
Segundo as imagens colhidas pelo fotografo, Vladimir Lénine é uma avenida que tem sido alternativa para os que procuram ganhar o seu pão, e não só. É neste troço onde encontramos um dos mercados informais com melhores produtos desde o calçado, a géneros alimentícios. A arrumação deste produtos tornam a berma da estrada uma autentica obra de arte. Sapatilhas penduradas, lençóis, curtinas e vestes diferentes dão o colorido o outro lado chamado Compound.
Pouco pude falar deste jovem fotografo Congolês, Sammy Baloji. Sugiro que faça uma leitura pessoal desta avenida visitado a exposição no CCFM.
março 18, 2007
O DEDILHAR DO MANO CHICO
de cabelo branco,
de guitarra na mão...
É o Chico António, o guitarrista, compositor...(resumindo é um artista)
Esta foto tirei em Setembro de 2006, no Xima, numa casa de pasto que todas sextas e sábados acolhe sessões musicais. As sextas está reservado para banda Xitende e aos sábados um convidado. Nesta Noite, a banda Xitende cedeu o palco para o mestre Chico, para uma demonstração, a um grupo de franceses que pretendia filmar algo sobre trabalhos do autor da composição CINETA...eu não hesitei, registei está imagem.
Local: Xima
ESCULTURA CERÂMICA NAS MÃOS DE MOÇAMBICANOS
Artista: Victor Sousa
Cerâmica - 60x35x20cm
Esta é uma das obras que está exposta no Museu Nacional de Arte, numa colectiva que reunido dez (10) artistas que apresentam vinte e oito (28) obras de Escultura Cerâmica.
Na verdade são trabalhos que despertam uma atenção não só na diversidade de linguagem, técnica assim como na representação nas diversas formas de expressão: o tradicional e o contemporâneo.
Nela encontramos o processo de cada artista, quer em inovação e criatividade ou mesmo o estágio do desenvolvimento da cerâmica em Moçambique. São obras queimadas em fornos colectivos (núcleo de Arte, Cerâmica Arte ) e algumas em fornos particulares.
Quando for visitar a exposição, lembre-se de levar na recepção do Museu Nacional de Arte o folheto com rico historial da Cerâmica em Moçambique.
Patente até 8 de Abril de 2007.
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Texto adaptado do folheto:
CAMINHOS DA ESCULTURA CERÂMICA, de Alda Costa e Jorge Dias, Março 2007.
Artistas participantes na exposição: (Anésia Manjate,Faizal Omar,Luís Muiêngua,Mudaulane,Mapfara,Reinata Sadimba,Sónia Sultane,Titos Langa,Tsenane e Victor Sousa).
fevereiro 21, 2007
SONATA A TRÊS MÃOS NAS PAREDES DO CCFM
Só pude passar pelo Centro Cultural Franco Moçambicano, CCFM, nos dias 13 e 22 de Fevereiro. Nesta exposição já conhecia as obras ou melhor a linha característica dos artistas Malangatana e Gemuce enquanto que as obras de Mieke Oldenburg constituíram novidade com as suas esculturas em bronze e barro, destacando as miniaturas resultado de uma criatividade.
Em relação aos artistas que já os conheço, os mestres Malangatana e Gemuce, a minha visita ao CCFM serviu para reviver os traços já característicos (Malangatana) e as inovações (Gemuce).
Na exposição SONATA A TRÊS MÃOS, nota-se que Gemuce mais uma vez não esconde o que lhe vem no subconsciente, liberta-o expondo na tela o seu sentimento através da pintura em aguarela e óleo sobre tela.
Gemuce exterioriza as suas vivências, perfurando desde as zonas sub urbanas e urbanas com objectivo não só de entreter os seus fãs, mas também para sensibilizar a sociedade em preservar o meio ambiente como sugere na obra “Bairro sem lixo” (técnica aguarela 82.5 x 43cm, Ano:2006).
Acrescido das influências provenientes das correntes clássica, moderna e contemporânea Gemuce leva consigo inconscientemente para a tela a bicicleta, um meio de transporte bastante usado na sua terra natal...talvez seja saudade...por curiosidade ligo para o artista e pergunto a presença frequente da bicicleta nos seus quadros, a resposta não tarde...provêm do subconsciente (risos).
SONATA A TRÊS MÃOS
De 06 à 23 de Fevereiro de 2007 no Centro Cultural Fraco Moçambicano




