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maio 10, 2010

Longe de Casa com CHENY WA GUNE QUARTETO

A cada dia que nasce tenho dito: contagem decrescente a terra natal...contudo o calor dos amigos [as] de cá e do outro lado reduzem a distância e as saudades de casa [Moçambique].

Hoje estou em casa ao som do
Jinji Jinji do CHENY WA GUNE QUARTETO... haverá ou não prejuizos ? Não tenho resposta...vou dançar apenas...



Track name: Jinji Jinji
Edited by: paulo D. (Litho) Sithoe
(Logaritimo)Mocambique 2009
imgens de aiquivo: Andrew Tracey

Veja mais videos do CHENY WA GUNE QUARTETO dando um click nos titulos :

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Cheny wa gune xigono xa mbacone

- Quarteto Cheny Wa Gune no Mafalala Libre

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Cheny wa gune Quartet

fevereiro 15, 2010

ODISSEIA de Walter Zand no espaço Joaquim Chissano na Mediateca do BCI

O artista plástico moçambicano Walter Zand apresenta a sua terceira exposição individual no espaço Joaquim Chissano, na Mediateca do BCI de 16 a 27 de Fevereiro. A mostra com titulo ODISSEIA será composta por cerca de 30 obras nas modalidades de pintura, cerâmica, desenho e instalação.
Na exposição Odisseia, o artista explora visualmente manifestações pertencentes ao universo da literatura visual e dos ritmos das cores da cultura moçambicana, de África e do mundo em geral, fazendo uma releitura permanente das tradições do dia-a-dia.

Para as criações do Odisseia o artista tem como suporte principal, dentre vários nomes, pensamentos de artistas como Fela Kuti (Nigéria) Ricardo Rangel, Malangatana, Mia Couto, José Craverinha (Moçambique)

Nesta terceira exposição individual, o artista pretende mais uma vez apresentar as diversas formas de aprendizagens tidas durante a pesquisa de 2 anos nas cidade de Maputo (Moçambique) – Cidade do Cabo (África do Sul) e a sua busca permanente em técnicas e pensamentos novos na abordagem dos seus trabalhos.

Não querendo pintar apenas para si, Walter Zand apresenta Odisseia para um brinde com os apreciadores das artes e não só.

ODISSEIA

A natureza é a única “culpada” pela existência da Odisseia que hoje presenciamos, pois ela colabora com Walter Zand na concretização dos seus projectos. Afinal a vida é um projecto de sonho! É necessário perceber que a Odisseia, aqui apresentada, não é a do Walter Zand, mas do Messias do mundo dos mortos e dos vivos que ele representa pois, a vida é um eterno retorno.

O Odisseia não é um desabafo, mais sim "fragmentos" de um espelho manifestados em cada um de nós e expressos sob forma de alegria nas mãos de Walter Zand. Como cada Homem possui uma musa, Walter Zand transforma essa musa da literatura, da música, da dança (...) revelando-a nas artes plásticas.

A dialéctica com a natureza e o uso das habilidades, emanadas do Ser Supremo e reveladas pelo artista, “criam” o belo. O belo como manifestação interna da alma. O artista “grita” pela responsabilização social do Homem enquanto ser pensante e altruísta.

O Arco Íris das obras do Walter Zand convidam-nos a uma “terapia” de reintegração de nós mesmos.

Ah ! A génese da longa viagem, até esta paragem, começou quando o menino tinha 10 anos. Na altura, a avó havia lhe entregue dinheiro para comprar amendoim e, em contrapartida, carregado de sonhos “desviou” o valor a favor de algumas “bisnagas” de acrílico que marcaram o início da sua aventura artística.

A presente exposição, destaca os “becos” das zonas suburbanas revelando a outra imagem que em senso comum geralmente são conotados como espaços de maldição.
Conheça outros trabalhos o Walter Zand aqui e aqui

fevereiro 11, 2010

Um simples olhar sobre Miro

Exposição : "Um simples olhar sobre Miro"
Miro (Valdemiro Matose - 1965-2002)
De 8 à 20 de Fevereiro de 2010
Local : Centro Cultural Franco Moçambicano

[Pego-me com o coração, zango-me com o corpo Mas não faço mal àquela que adoro]

Estes versos de Paul Éluard, grande poeta francês e enorme impulsionador do movimento surrealista, definem, a meu ver, tudo quanto tinha e era o MIRO: um enorme coração, não dava muita importância às coisas terrenas e tinha uma desmedida, terna e protectora paixão pela Arte.

Comecei a acompanhar o seu trabalho criativo a partir de meados dos anos oitenta do século passado e cedo pude notar as qualidades notáveis daquele jovem alto e magro,tímido,introvertido,mas com um trato muito afável e sempre disponível para ouvir uma opinião ou para pedir um livro que pudesse ler sobre diferentes assuntos que ,então,o interessavam. Como se pode ver em algumas das suas obras,os livros também eram companheiros inseparáveis deste nosso amigo.

A década de noventa revelou um pintor incansável e intenso nas suas propostas artísticas, mostrando caminhos e ideias em clara ruptura com o que se vinha fazendo nas Artes Plásticas em Moçambique.

O nosso pequeno,mas naquela altura exuberante, mercado da arte encarregou-se de o destacar colocando todos os seus trabalhos nas mãos de coleccionadores rendidos às faculdades únicas do seu talento.

O MIRO aproximou-se das estrelas e por lá quis ficar.

Nós, aqui em baixo, continuamos a vê-lo como um dos maiores nomes da Pintura Moçambicana Contemporânea.

Obrigado Amigo.

Álvaro Henriques

Texto e imagem retirados aqui

Saiba mais sobre Miro aqui

agosto 13, 2009

Um Blogue de Cartoons de Moçambique

Conheça o blog do jovem Leilo Albano. Faça um clique aqui ou nas imagens (banner ou no cartoon)



Leilo Albano formou-se na área de Desenho Gráfico na Escola Nacional de Artes Visuais.

Tem participado em vários workshops nacionais e internacionais de Banda Desenhada, Cartoon e Pintura nomeadamente: Bienal de Jovens Criadores da CPLP (Cabo Verde), Bienal de Jovens Criadores (Portugal), Workshop de Técnicas Gráficas (Durban) e nos workshops e exposições da World comics (Moçambique-Finlândia).

Actualmente colabora em alguns jornais e revistas nacionais e internacionais como cartunista, Sua profissão é Webdesigner.