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julho 28, 2011

RUÍNAS DO PASSADO no CCFM

EXPOSIÇÃO & INSTALAÇÃO
Inauguração | Terça-feira | 2 AGOSTO 2011| 18H30

Patente até 20 de AGOSTO

RUÍNAS DO PASSADO | BUTCHECA (Moçambique)


RUÍNAS DO PASSADO apresenta obras realizadas entre 2010 e 2011, trabalhos que vão da pintura, no seu formato convencional, à instalação, com peças que ultrapassam a bidimension alidade da tela e que constituem trabalhos escultóricos de grandes dimensões em que exploro a técnica mista na sua concepção mais vasta, misturando materiais, técnicas e suportes diversos.

A temática abordada e referenciada no título RUÍNAS DO PASSADO remete para o que está destruído, degradado ou perdido no passado, sendo que existe sempre a possibilidade de transfor mar o velho em novo como forma de construir o presente e o futuro.


BUTCHECA

maio 09, 2011

março 03, 2010

Semana da Mulher 2010 no CCFM

Organização da Mulher Moçambicana (OMM)

Centro Cultural Franco-Moçambicano (CCFM)

Segunda 08 de Março | Dia Mundial da Mulher

Grande encontro com mulheres do mundo.

18H | CCFM | Mesa Redonda | Tema : MULHERES & FRONTEIRAS
Paulina Chiziane (escritora - Moçambique)
Rachel Uziel (escritora – França)
Conceição Evaristo (escritora – Brasil)
Moderador : Mia Couto (escritor – Moçambique)

20H | CCFM | Inauguração da Exposição Fotográfica
“Mulheres & Fronteiras”
Selecção final entre os 50 fotógrafos que participaram no concurso.
Entrega dos Prémios.

ENTRADA LIVRE

fevereiro 23, 2010

Estevão Mucavele expõe no CCFM

O Centro Cultural Franco - Moçambicano acolhe hoje dia 23 de Fevereiro as 18h30 a inauguração da exposição Individual do pintor moçambicano Estevão Mucavele.


ESTEVÃO MUCAVELE | BIOGRAFIA Nasceu em 1941, em Manjacaze, Maússe (Moçambique), no seio de uma família de camponeses. Estudou numa escola de missionários católicos, mas não foi além do 3ºano de instrução primária. Aos 16 anos, ele trabalhou nas minas de África do Sul, local de eleição dos moçambicanos em busca de melhores condições económicas. Aí permaneceu até 1958, data em que aceitou o emprego de encarregado de limpezas de uma galeria de arte em Joanesburgo, onde se manteve até 1966.

Aos 25 anos, na Cidade de Cabo começou a desenhar, a pintar e a frequentar exposições e galerias de arte. Em 1968 realizou a sua primeira exposição individual e, três anos mais tarde, passou a dedicar-se a tempo inteiro à arte. Em 1975, por ocasião da Independência, regressou a Moçambique onde continuou a pintar. Ele não usa nenhum pincel mas apenas espátulas e tintas de óleo, numa técnica que ele mesmo chama: “Técnica do Mucavele, que nenhuma universidade pode ensinar”!

O CCFM em parceria com o Núcleo de Arte, a Escola Nacional de Artes Visuais e Gungu Produções, além de oferecer ao público a exposição do Mestre Mucavele, realiza um documentário sobre o homem, a vida e a obra (estreia Setembro 2010).

Texto e fotos retirados aqui

Saiba mais sobre o artista aqui, aqui e aqui
a

outubro 02, 2009

Mingas canta no Centro Cultural Franco Moçambicano


Para quem está em Maputo, gosta de Música e tem dinheiro para sair...a noite (2 de outubro)é convidativa.

A cantora moçambicana Mingas estará em palco para o concerto que conta com a participação da cantora zimbabweana Dudu Manhenga.

O concerto agendado para 20h 30 é uma iniciativa da Sonarte e o Centro Cultural Franco Moçambicano.

Recordar aqui o texto Karingana wa Karingana, escrito por Milton Machel.

agosto 14, 2009

ODE AO AMOR só no dia 22 de Agosto no Centro Cultural Franco Moçambicano

O Majescoral decidiu adiar para 22 de agosto, a apresentação da obra ODE AO AMOR que estava marcada para amanhã 15 de agosto, as 19horas no Centro Cultural Franco Moçambicano.

"Tivemos que adiar porque na praça da independência haverá nesta data um concerto com várias participações de artistas nacionais.Achamos que não faria sentindo" - disse Arnaldo Ngoca um dos elementos do grupo.

agosto 11, 2009

ODE AO AMOR

O Majescoral apresenta sábado dia 15 pelas 19horas no Centro Cultural Franco Moçambicano, a obra ODE AO AMOR.

Sob a direcção de Ricardo Cândido, esta é uma obra diferente a que Majescoral habituou o seu público, pois ela comporta a vertente coral, teatro e dança.

Viajam na obra dois personagens principais um homem e uma mulher que interpretam papeis de casados num enredo repartido em três fases: namoro, desavenças e reconciliação (ODE AO AMOR).

Saiba mais sobre o grupo aqui e aqui

novembro 14, 2008

OLHOS NOS OLHOS...

Olhos nos Olhos é o título que o fotógrafo António Henrique Silva atribui ao conjunto de fotos que serão apresentados ao publico na galeria do Instituto Camões em Maputo de 18 de Novembro a 6 de Dezembro.

A mostra composta por retratos a preto e branco resulta de uma pesquisa num Olhar do fotógrafo sobre o olhar dos moçambicanos.

António Henrique Silva, fotógrafo free-lancer a residir em Maputo, começou a sua carreira como repórter na Televisão de Angola, tendo trabalhos seus editados tanto em Portugal como na Holanda. Recentemente, no âmbito de um workshop sobre cinema de animação, expôs seus trabalhos numa exposição no Centro Cultural Franco - Moçambicano.

novembro 11, 2008

PARABÉNS WAZIMBO

Haverá ou não corte de bolo, uns copos…tenho a certeza que não vai faltar...com a familia, fãs ou amigo… Gostaria de estar presente...(in)felizmente não me farei presente. Mas por aqui digo o meu Parabéns ao Humberto Carlos Benfica (Wazimbo), que hoje comemora os 60 anos de vida (11 de Novembro de 2008).

Este tema Nwahulwana foi usado na trilha sonora do filme The Pledge cujo protagonista é Jack Nicholson e o realizador e Sean Penn

A trajectória musical do Wazimbo, que nasceu no populoso bairro da Mafalala, em Maputo iniciou se em Chibuto, província de Gaza, para onde foi aos 8 anos com a família. Encontrando— se a estudar na Escola Primaria General Gomes da Costa, Wazimbo conheceu Hortêncio Langa, José Mucavele e Miguel Matsinhe.

Foi com Hortêncio Langa e Miguel Matsinhe que Wazimbo formou na década de 50, o grupo Os Rebeldes do Ritmo, nome que viria a desaparecer para dar lugar aos Silver Stars.

Nos primórdios da década de 60, mantendo a base dos Silver Band e integrando o guitarrista Pedro Nhantumbo, nasceu grupo Geysers, que ficou em Quarto lugar nas únicas olimpíadas musicais realizadas em Moçambique, no cinema Nacional (actual Centro Cultural da Universidade Eduardo Mondlane). A participação positiva nesse evento abriu algumas portas para o grupo de Wazimbo, que já não contava com Hortêncio Langa, Miguel Matsinhe e nem Pedro Nhantumbo, em virtude de terem sido chamados para cumprir o serviço militar. Wazimbo ficou sozinho. Mais tarde decidiu trabalhar com milagre Langa e Domingos Macuacua.

Wazimbo
(foto retirada no site do CCFM)
Em 1972, Wazimbo assina os eu primeiro Contrato como musico profissional e viaja, também pela primeira vez, para o estrangeiro, Angola, onde permanece dois anos. Trabalhou com nomes como Elias Dias Kimuenzo, Cireneu Bastos e Massano. Cantou no Kussunguila e no Lobito, com Anita Ester.

Em 1974 regressa a Moçambique e participa activamente na Associação Africana e regularmente actua no Pinguim com Alex Barbosa. Alem de actuações nestes dois locais, Wazimbo exibiu a sua classe noutros palcos da capital moçambicana, nomeadamente Mini Golf, o antigo Folclore (na praça de Touros), o Xitimela e o Expresso 1001.

Em finais da década 70, Wazimbo e visto ao lado de alguns dos melhores músicos de então, Sox,Milagre Langa, Zeca Tcheco e Alexandre Langa, na formação do Grupo RM, por iniciativa de Rafael Maguni, o primeiro individuo de raça negra que dirigiu a Rádio Moçambique.

A partir de meados da década de 80, a vida musical de Wazimbo conhece outra realidade. Houve na realidade uma mistura de acontecimentos que ditaram a sua saída do grupo RM para integrar a Orquestra Marrabenta Star de Moçambique, empreendimento da Movimento, empresa de Aurélio Le bon. Wazimbo, que gravou com esta orquestra os discos Independance e Marrabenta Picnic, ambos lançados pela editora alemã Piranha Musik.

Na primeira metade da década de 90, wazimbo foi u cantor algo irregular. Era visto em actuações sem muita publicidade. Não registou nenhuma canção em estúdios nacionais. Mas uma gravação ao vivo feita por um DJ de um famoso clube nocturno da cidade de Maputo, da canção WAPFANA WA WETELA foi bastante badalada, o que provou a eficiência da pirataria moçambicana.

Nos media nacionais, em 1997, Wazimbo teve a fama de ser a estrela pop indiciada de venda de drogas. O caso serviu para gastar muita tinta com algum sensacionalismo, o que afectou de certa forma a popularidade de Ti Wazy, como e carinhosamente tratado pelo fãs.

Em 1998, Wazimbo lançou o seu primeiro disco a Solo Makweru, sob a chancela da editora Moçambicana Conga. Este disco, gravado na África do Sul, foi uma espécie de gratificação, ma vez que Wazimbo já merecia um álbum individual.

(Texto adaptado da obra de Amâncio Miguel, Marrabentar Vozes de Moçambique, pp 175 e 176, Editora Marimbique)

outubro 21, 2008

Deodato Siquir em Maputo…(Re) encontro

Deodato Siquir, Foto de Mikkel Heriba

Este extraordinário Baterista, vocalista, compositor e mais, neste momento na diáspora e que nos deslumbra com uma impressionante fusão da Marrabenta com o Jazz, musica latina e outros ritmos, enriquecidos (ou vice-versa) de "líricas" que retratam, na sua maioria, o quotidiano moçambicano, esta em Maputo para Concertos e Workshops de 22 , 23, 24 e 29 de Outubro de 2008.

Hoje, 21de Outubro de .2008 estará na Escola de Comunicação da Universidade Eduardo Mondlane e depois acompanha a agenda da Musica entre Culturas


Sem exagero diria que o …(Re) encontro do Deodato em Maputo será a entrega do bebe que nasceu nas terras frias, refiro me ao seu primeiro CD intitulado BALANÇO, no qual apresenta temas de sua autoria de 2001 a 2007, gravados entre 2006 a 2007 no Ark Studio em Copenhaga, sob cuidados dos engenheiros do som Phong Le e Minh Le, Masterizado por Jan Eliasson e a produção executiva esteve cargo de Deodato e Carolina Vallejo.

Escutando com muita calma e várias repetições nota se que longe de casa, Deodato Siquir mata as saudades cantando a realidade da terra que o viu nascer. Canta a tristeza e alegria numa melodia doce…as rimas dos seus poemas cantados acompanhados com sua banda quer em Maputo ou na Dinamarca alegram a plateia presente assim como a virtual.

Deodato quer estar em contacto permanente com seus fãs razão pela qual sempre que pode coloca suas músicas, vídeos na Internet disposição dos que gostam do seu trabalho, aproximando e revivendo os momentos da sua carreira. Muito se pode escrever sobre este jovem polivalente…mas prefiro que sejamos todos espectadores……